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Contador Grátis Miguel Souto: SÉRIE THE FLASH - CRÍTICA

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Radialista, nascido em Aracaju-Se, estudante de administração, amante da astronomia - vê na Ciência/Cosmologia o meio para a resposta da maioria das grandes questões. Compositor que também desenha, e além disso, escreve roteiros e cria outras coisas. Ateu, empático, pacifista. Apaixonado por rock, música eletrônica e filmes, sobretudo de ficção. Autodidata, obsecado por conhecimento.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

SÉRIE THE FLASH - CRÍTICA

Sinopse: 

Barry Allen, após ser atingido por um raio e um incidente com partículas aceleradoras, passa meses em coma e acorda com superpoderes. Agora, em parceria com cientistas da S.T.A.R. Labs, deve enfrentar diversos desafios na Central City, tentando ainda solucionar o assassinato de sua mãe e retirar seu pai inocente da cadeia.

The Flash
Origem imagem: Arrow


Dados técnicos:

Série transmitida pela The CW a partir de outubro de 2014. Criada por Greg Berlanti, Andrew Kreisberg e Geoff Johns.

No elenco principal estão Barry Allen (Grant Gustin), Iris West (Candice Patton), melhor amiga de Barry, e seu pai adotivo, detetive West (Jesse L. Martin).


Crítica:

A série atraiu a atenção tanto dos leitores de HQs quanto daqueles que simplesmente assistiram aos filmes dos anos 90 ou desenhos, como eu. Seu histórico, portanto, aumentou ainda mais a expectativa. Um reflexo disso é que, segundo o CW, a estréia proporcionou a maior audiência do canal, com 8,3 milhões de telespectadores.

A trama é interessante, e embora relativamente simples, funciona. Jovem solteiro adquire poder de velocidade, se junta a cientistas que o treinam, e enfrenta alguns "meta-humanos", como ele. Além disso, trabalha na polícia com seu pai adotivo, ama secretamente sua amiga, tem o pai biológico preso injustamente e a perda da mãe o assombrando.

O ator Grant Gustin, que trabalhou na série Glee - e se parece com Andrew Garfield, o novo Homem-Aranha -, realiza um bom trabalho, transmitindo jovialidade, animação, euforia. Entretanto, apesar do personagem ter seu pequeno histórico triste com a perda da mãe, não apresenta grande carga emotiva. Por não ter um forte drama estrutural e por não apresentar um aspecto mais sombrio, o personagem não é denso quanto deveria. Sempre o vemos como o jovem animado, inexperiente, enfrentando bandidos diferentes em cada episódio, em alta velocidade. E só.

O maior destaque de carisma da série vai para Candice Patton, a melhor amiga de Barry, que transborda, na tela, simpatia. Seu sorriso é simplesmente contagiante.

Falando ainda em Iris, felizmente ainda na primeira temporada o tímido Barry revela seu amor para ela, que ironicamente se torna noiva do parceiro do pai em episódios anteriores. E agora? Com a palavra os roteiristas. Sinceramente adorei quando ele revelou seus sentimentos.

O destaque sensual vai para a bela atriz Emily Bett Rickards, a assistente inteligente de Arrow, que aparece em cerca de dois episódios apenas, mas rouba a cena. Inteligente e erótica.

Minha crítica maior é focada nos efeitos visuais. Alguns são interessantes - como quando vemos "a mancha vermelha" passar pela avenida, ou quando Harrison Wells (Tom Cavanagh) abre sua passagem secreta no S.T.A.R. Laboratories, mas a maioria é relativamente simples e sem originalidade. Exemplo: quando the flash corre e o acompanhamos, os movimentos são muito frenéticos (bem diferente, por exemplo, do "Flash Jr."/ Bart Allen em Smallville no episódio 5 "Run", da quarta temporada, onde o cenário "passa rápido" mas eles correm devagar e com ótima suavização/distorção). 

O maior problema da série é exatamente esse: os efeitos visuais durante a desaceleração do The flash. Não entendo por que os produtores temem o investimento no aluguel de câmeras de alta velocidade e consequente equipamentos de iluminação. Um dos melhores exemplos possíveis de "slow motion" no cinema a ser seguido e que poderia ser utilizado como referência é a "QuickSilver Scene", no filme X-Men Days Of the Future Past. Absurdamente fenomenal.

Quando ocorre a desaceleração, percebemos que os figurantes se movem muito rapidamente, considerando a velocidade dos projéteis no ar. Possivelmente a equipe de produção usa câmeras comuns de 30 ou 60 fps, onde deveriam usar uma de 500 ou 1.000 fps. Se é filme ou série de um super herói que se move em altíssima velocidade, deveríamos pegar carona ou desfrutarmos até em excesso de slow motion, certo?

Compreendo que seja por critérios de faixa etária e maior lucro decorrente de maior audiência, porém essa série deveria ter cenas de violência, sangue e até sexo.

No geral, é uma série "pipoca", "família", que recomendo. Poderiam dar mais densidade trágica ao protagonista? Sim. Poderiam imprimir toda a história dentro de uma atmosfera obscura e mais adulta? Sim. Poderiam investir na câmera lenta e em efeitos visuais melhores? Sim. Mas, e apesar disso, vale a pena conferir o jovem Flash.

Fonte: Wikpedia
Crítica: Miguel Jr Arts

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