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Contador Grátis Miguel Souto: ALMOST HUMAN - Crítica

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Radialista, nascido em Aracaju-Se, estudante de administração, amante da astronomia - vê na Ciência/Cosmologia o meio para a resposta da maioria das grandes questões. Compositor que também desenha, e além disso, escreve roteiros e cria outras coisas. Ateu, empático, pacifista. Apaixonado por rock, música eletrônica e filmes, sobretudo de ficção. Autodidata, obsecado por conhecimento.

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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

ALMOST HUMAN - Crítica

Essa é uma novíssima série de ficção científica para quem gosta de tecnologia futurística e ação policial.


Sinopse:

O ano é 2048. A cidade é Los Angeles. Há muitos crimes, violência, atentados. A polícia adota a estratégia de usar duplas de policiais humanos e androides. O policial John Kennex (Karl Urban) sofre um ataque, fica em coma por 17 meses e perde seu parceiro e o resto de sua equipe. Com sua perna mecânica implantada, volta à ativa, e deve combater o crime ao lado de um androide.


Dados Técnicos:

Série produzida por J.J. Abrams, ou Jeffrey Jacob Abrams, que criou e produziu "Lost", "Fringe" e dirigiu os filmes "Mission: Impossible III", "Star Trek" e "Super 8", dentre outros.

Estreou em Novembro de 2013 no canal Fox dos EUA.
Produção da Warner Brothers TV e Bad Robot Productions (empresa de Abrams).
No elenco principal estão os atores Karl Urban e Michael Ealy.



Crítica:


O futuro apresentado parece ser bastante crível, embora pudesse ser mais ousado. Por exemplo: os carros continuam sendo dirigidos por humanos, e em solo - geralmente espera-se veículos guiados por sistema computadorizado, voando em redes complexas de 'aero vias'; e ainda utiliza-se aparelho celular, ao invés de, na minha opinião, um possível dispositivo com holograma de implantação subcutânea - algo que utilizei em meu roteiro: 2118: Recomeço.

O destaque na série fica exatamente nas tecnologias apresentadas. Há dispositivo com explosão de DNA para contaminação de cena de crime, há aquele que impossibilita a identificação dos rostos por câmeras de segurança, fazendo-os brilhar, hologramas, e claro, os androides, que dispõem de 'visão de raio-x ' e são tão humanos quanto nós.

Karl Urban incorpora bem o policial durão e um pouco egocêntrico John Kennex com enorme histórico de traumas. Ele odeia os androides por serem técnicos e ásperos, principalmente o androide 785. É justamente um desses modelos que ele recebe após sua volta à corporação.  Indignado, abre a porta de seu veículo em movimento e o joga. O mesmo é atropelado por um caminhão (tomada muito bem elaborada, próxima à um atropelamento real).

O belo ator Michael Ealy faz o papel de Dorian, um androide de uma linha obsoleta, que possui uma alma sintética. De todos os personagens da série, é o mais carismático e cativante. Embora mantenha o padrão comum de tomada de decisões baseadas na lógica e em números, infringe deliberadamente seus próprios conceitos, errando como os humanos. Suas emoções são visíveis e quase humanas.

Sempre há entre uma ação e outra, um pequeno espaço para uma comédia contida sempre envolvendo o descontraído Dorian e o rígido John.


Série ainda no sexto episódio, mas muito boa. Recomendo.                                                                    

                                                                                                                  

                                                Texto e Pesquisa:
                                                    Miguel Jr Arts 

                                                         Imagem:
                                                   Divulgação Net

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