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Contador Grátis Miguel Souto: AMERICAN HORROR STORY - Crítica

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Radialista, nascido em Aracaju-Se, estudante de administração, amante da astronomia - vê na Ciência/Cosmologia o meio para a resposta da maioria das grandes questões. Compositor que também desenha, e além disso, escreve roteiros e cria outras coisas. Ateu, empático, pacifista. Apaixonado por rock, música eletrônica e filmes, sobretudo de ficção. Autodidata, obsecado por conhecimento.

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

AMERICAN HORROR STORY - Crítica





Sinopse e dados técnicos:

Acompanhamos o psiquiatra Ben Harmon (McDermott), sua mulher Vivien Harmon (Britton) e sua filha adolescente Violet (Taissa Farmiga) que se mudam para uma nova casa em Los Angeles, motivados por uma nova oportunidade para reconciliação e recomeço (Ben traiu Vivien, que também teve um aborto). A nova residência, entretanto, esconde segredos sombrios.

Estreou em 5 de outubro de 2011 nos EUA pelo FX e tem como criadores e produtores: Ryan Murphy e Brad Falchuk.


 

Crítica:


A série chama a atenção devido a estratégia no roteiro: os mortos convivem com os vivos de modo indiscriminado, pelo menos até você descobrir o passado de cada personagem, e sua época, o que aumenta ainda mais o diferencial.

Pra começar, Tate se consulta com Dr. Ben, tentando enfrentar sua compulsão por agressividade/tendência à criminalidade, e se envolve com Violet. Demoramos a descobrir que ele está literalmente morto. Tate é filho da vizinha, que também residiu no lugar. Ele tem um histórico bárbaro: queimou o namorado da mãe, e assassinou amigos na escola, sendo morto por policiais em seu quarto ao tentar reagir.

O médico fracassado Dr. Charles Montgomery
(Matt Ross) que realizava abortos em mulheres, foi o primeiro morador, juntamente com sua esposa Nora (Lily Rabe) insatisfeita, que tem seu filho raptado e morto precocemente. A esposa atira no médico e se suicida. Houveram outros moradores, como a própria vizinha atual, que após flagrar seu marido na cama com a empregada, atira nos dois. Ainda residiu no local um simpático casal de homossexuais com problemas na relação.

Cada episódio começa ou traz um fato ocorrido na casa em uma época, revelando ainda detalhes adicionais não exibidos. O roteiro não tem o objetivo de revelar explicitamente dados cronologicamente. Um exemplo disso é a adolescente Violet, que só descobre (junto conosco) que se suicidou, dias depois.

Destaque dramático: Tate (Evan Peters): Invade a biblioteca da escola e friamente executa seus amigos, que tentando se esconder nas bancadas, suplicam desesperados pela vida - cenas como essa são chocantes e muito tensas. Outra cena dramática é no episódio onde vemos o serial Killer R. Franklin,
quando em 1968, assassina a golpes de faca, uma jovem, após conseguir entrar na residência pedindo ajuda.

Destaque atuação/personagem: Zachary Quinto. Como eu estava habituado a acompanhá-lo na série Heroes, como um temível vilão, e nos filmes Star Trek, como o egocêntrico líder Dr. Spock, me surpreendi com sua interpretação como homossexual. Brilhante, natural, cativante e simpática. A propósito: ele assumiu ser homossexual.

Destaque sensual: empregada Moira (a bela atriz Alexandra Breckenridge). Olhar sexy, falas bem articuladas, pausadas, além de roupa provocante. Vale lembrar que é assim que Dr. Ben e os homens a vêem, como ela era antes de morrer (nas mãos da vizinha).

Cenas cômicas: apesar de poucas, há algumas, como quando Vivien, já morta, abre com um objeto o abdomem de Ben, expondo suas víceras, e diz: "Eu sempre quis fazer isso". Ben atira na cabeça dela. Logo os dois se levantam sorrindo - assustando um novo casal.

Minha preferência em séries, bem como filmes, é ficção e ação, mas acho o gênero suspense interessante, e essa série estará em minha lista de preferidas. Por enquanto, acompanhei apenas a primeira temporada. Adorei.



Texto e pesquisa: Miguel jr Arts
Imagem: Divulgação net

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