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Contador Grátis Miguel Souto: BREAKING BAD - Crítica

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Radialista, nascido em Aracaju-Se, estudante de administração, amante da astronomia - vê na Ciência/Cosmologia o meio para a resposta da maioria das grandes questões. Compositor que também desenha, e além disso, escreve roteiros e cria outras coisas. Ateu, empático, pacifista. Apaixonado por rock, música eletrônica e filmes, sobretudo de ficção. Autodidata, obsecado por conhecimento.

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

BREAKING BAD - Crítica






Sinopse:

Professor de química descobre que tem câncer nos pulmões. Sem expectativa de vida, resolve juntar-se a um ex-aluno produzindo metanfetamina, enfrentando diversos perigos.

Dados técnicos:

Breaking Bad pertence ao Canal AMC, e foi criada e produzida por Vince Gilligan, estreando em janeiro de 2008. Terminou recentemente (setembro de 2013) com cinco temporadas.
A série ganhou dez Primetime Emmy Awards , incluindo três vitórias consecutivas de Melhor Ator para Bryan Cranston (professor Walter White).

E, afinal, o que significa Breaking Bad? Desafio à autoridade, chutar o balde etc.


Crítica:

O primeiro episódio chama a atenção em decorrência das circunstâncias abordadas: alguém de cueca e com máscara de gás dirigindo em alta velocidade um trailer pelo deserto, com uma pessoa desacordada ao lado, e dois corpos no fundo. Trata-se do professor White tentando se livrar dos corpos de dois membros de uma gangue de traficantes - depois descobrimos como tudo aconteceu. Essa estratégia de exibir trechos do final da história no início de episódios ou filmes, acho super interessante, afinal cria-se curiosidade do espectador.

Posso destacar no roteiro, os aspectos técnicos do professor de química, com suas "aulas espontâneas" dadas a Jesse Bruce Pinkman (Aaron Paul) - e por que não dizer àqueles telespectadores que como eu, não são tão "experts" na matéria? Exemplo da genialidade dos roteiristas e claro dos consultores: explodir uma sala com um pequeno cristal (fulminato de mercúrio); Ácido fluorídrico para dissolver corpos (nesse caso, um certo exagero), inventar no deserto bateria improvisada com metais e ácidos para fazer veículo funcionar, ou quando ele consegue produzir substancia capaz de matar a pessoa em três dias sem vestígios na autopsia.

Há cenas hilárias, como quando o corpo de um traficante despenca do primeiro andar numa banheira, após o ácido corroer o piso; ou quando o professor White urina na pia da cozinha porque a mulher não o deixa acessar o banheiro, ou quando ele e Jesse tentam capturar um mosquito nas instalações de Gustavo "Gus" Fring (Giancarlo Esposito), ou ainda, quando Hector Salamanca (Mark Margolis) libera metano (peida) no interrogatório, e involuntariamente escorre fezes (caga mesmo! KKK).

Uma das melhores tomadas, de efeitos visuais - que foram poucas-, é quando Gus morre. Parte do rosto e inclusive crânio fica desfigurado. É possível ver massa cefálica e a parte interna  - excepcional.

A série deveria ser mais editada - há tomadas muito longas, com silêncio ou diálogos muito longos - alegaram que é proposital.

Vale registrar aqui o posicionamento de câmeras ousados, ou no mínimo, diferenciados, como dentro de barris, com câmera presa à cabo de pás, vasilhames etc.

Destaque de personagens: White, amoroso, carinhoso, inteligente e ético, mas também calculista, frio, explosivo e violento (atropelou traficantes, matou o personagem Mike -  Jonathan Banks - que tinha parceria nos negócios etc). Dean Norris como o agente Hank Schrader, sempre carismático e inteligente, à um passo do professor. Gus Fring, discreto, detalhista e agressivo chefe do tráfico (assassina barbaramente um de seus funcionários frente à White e Jesse). O advogado Saul Goodman, carismático, auto-astral e com seus conselhos "construtivos" e super rentáveis.

Destaque sensual: Jane Margolis, namorada de Jesse (interpretada pela atriz Krysten Ritter) - super gata, sexy. Pena que morre logo na trama - os roteiristas deveriam permanecer com ela na história por mais tempo.


Fatos tensos: dentre vários, o roubo/assalto ao trem no episódio 5 X 05 "Dead Freight" se destaca. Sequência tensa, pura adrenalina.
 
Fatos dramáticos na história: morte de Jane e o drama e depressão de Jesse, morte do cunhado de White, agente Hank (mesmo com apelos de White, e de alguns telespectadores, inevitável), e claro, no último capítulo, a morte de White: "Ele morreu mesmo? Já acabou? Não acredito!" Eu também, não.

Breaking Bad, recomendo.
                                                  



                                       Texto e pesquisa: Miguel Jr Arts
                                             Imagem: Divulgação net

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