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Contador Grátis Miguel Souto: ALPHAS - Crítica

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Radialista, nascido em Aracaju-Se, estudante de administração, amante da astronomia - vê na Ciência/Cosmologia o meio para a resposta da maioria das grandes questões. Compositor que também desenha, e além disso, escreve roteiros e cria outras coisas. Ateu, empático, pacifista. Apaixonado por rock, música eletrônica e filmes, sobretudo de ficção. Autodidata, obsecado por conhecimento.

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terça-feira, 13 de agosto de 2013

ALPHAS - Crítica

Sinopse e dados técnicos:

Alphas, série  transmitida nos Estados Unidos pelo canal Syfy, foi criada por Zak Penn e Michael Karnow.  Conhecemos um grupo de pessoas com superpoderes, conhecidos como "Alphas" lideradas pelo Dr. Lee Rosen, e que o seu trabalho é evitar que outros Alphas cometam crimes. Estreou em 11 de julho de 2011. 






Gary Bell (Ryan Cartwright), um jovem autista - vê e manipula sinais de comunicações sem fios. Cameron Hicks (Warren Christie) - antigo fuzileiro que tem super velocidade e precisão.  Rachel Pirzad (Azita Ghanizada) - aumenta a sensibilidade dos cinco sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato).  Nina Theroux (Laura Mennell)  controla e induz as pessoas a realizar tarefas. Bill Harken (Malik Yoba) - antigo agente do FBI que tem super força. 

Crítica: 

A série só teve duas temporadas. Poderiam continuar produzindo. No último episódio o Dr Rosen que está ferido (e com alucinações de sua filha morta), busca pelo vilão Parish, que planeja um ataque em massa numa estação de trem com um dispositivo foto estimulador.  O dispositivo é acionado, todos caem aparentemente mortos, ficando apenas Gary em pé - final estranho, ficando a imprensão de uma premeditação de continuação que não houve.

Os personagens mais interessantes pelos poderes são Gary, Rachel e Cameron (esse último, nos prestigiou com umas três ou quatro cenas tímidas mas interessantes de slow motion/bullet-time).  Boa série, muitas vezes direcionada aos dilemas familiares, vínculos da equipe, policial, faltando mais ação, pancadaria, abusos nos efeitos visuais, mas vale a pena conferir.


Texto e pesquisa: Miguel Jr Arts

Imagem: Divulgação Net

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