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Contador Grátis Miguel Souto: Agosto 2013

Quem sou eu

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Radialista, nascido em Aracaju-Se, estudante de administração, amante da astronomia - vê na Ciência/Cosmologia o meio para a resposta da maioria das grandes questões. Compositor que também desenha, e além disso, escreve roteiros e cria outras coisas. Ateu, empático, pacifista. Apaixonado por rock, música eletrônica e filmes, sobretudo de ficção. Autodidata, obsecado por conhecimento.

MINHAS ANIMAÇÕES

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terça-feira, 27 de agosto de 2013

UNDER THE DOME - Crítica

Sinopse:

Under the Dome, série exibida no canal CBS - moradores de uma cidade chamada Chester's Mill ficam presos devido a uma "redoma", uma espécie de cúpula transparente que, sem explicação até agora, atinge e cerca o local.




Dados técnicos:


A série é desenvolvida por Brian K. Vaughan, e baseada no romance do conceituado Stephen King (a história toda possui mais de 1000 páginas). Como um dos produtores executivos está o grande Spielberg.



Crítica:

O roteiro é muito bem escrito, prendendo e instigando o telespectador nos dilemas apresentados, a medida que os personagens são condicionados e entram em atrito. Há um suspense leve, porém atraente, além de alguns poucos mas bem trabalhados efeitos visuais - destaque para a vaca sendo partida ao meio, o avião chocando-se na redoma e o impacto do caminhão.

Até o momento não faço idéia de onde veio a redoma, nem se os personagens irão se autodestruir, considerando a falta de alimento e água - é possivelmente essa a estratégia da série.

Quanto a disputa pela sobrevivência, vale ressaltar uma cena de tiroteio numa fazenda para retomada de posse de um poço. 

A série nessa primeira temporada de treze episódios ainda está no capítulo 9 (estou acompanhando bem de perto os lançamentos). Recomendo. Série muito boa.



Texto e pesquisa: Miguel Jr Arts
Imagem: Divulgação Net

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

MORTE

O medo, a dor e a ingenuidade são coisas que estimulam as pessoas a acreditarem em vida após a morte, afinal é mais confortável a esperança de rever um ente-querido ou de estar feliz, realizado em um paraíso, que encarar autópsia, decomposição, pobreza, tristeza e fim - simplesmente. Sobretudo, é recomendável deitar-se na cama áspera de pregos da realidade, que num colchão fictício e confortável com lençóis imaginários. Quando não há mais batimentos cardíacos, quando não há mais oxigênio no cérebro, não há mais sinais elétricos nos neurônios ou químicos entre eles, e apenas isso: não há mais nada, a pessoa se foi pra sempre. Alguém estava conversando com você pela manhã, e agora pela noite está num caixão ou reduzido à cinzas - inadmissível, porém é exatamente a realidade e por isso nos assustamos.

Há a possibilidade, embora pequena, de voltarmos à vida após o fim: descongelamento e reanimação de corpo e mente. Se houvesse no Brasil uma empresa especializada em criogenia como a Alcor, e tal serviço tivesse um valor acessível (lá nos EUA o custo é de US$ 120 mil por 200 anos), seria um dos primeiros a me cadastrar. Além dessa possibilidade, como rever alguém especial que faleceu? No céu, quando Jesus Voltar? Respeito quem acredita, e inclusive era adepto dessa idéia, mas reavaliei meus conceitos junto à ciência, e acredite, estava sendo enganado por tradições, lendas, mitos e medo.

O ideal é vivermos a vida intensamente (essa frase serve principalmente pra mim, pois não a pronuncio diariamente como deveria), tendo consciência do fim e do risco - o fato de respirarmos e ocuparmos um lugar no espaço já é um risco. Não é necessário sermos tão rígidos ao ponto de adotarmos em casa perguntas rebeldes como:"Será que hoje a noite estarei numa mesa sendo aberto por legistas?" Tenho em meu quarto filhas (perguntas) rebeldes como essa, e dão muitíssimo trabalho à consciência.

Temos 73,4 anos (expectativa do brasileiro em 2011 - IBGE) para viver; isso caso não aconteça algo antes, considerando a violência e insegurança no Brasil. Resta apenas aproveitarmos esse curto tempo.

Então qual o objetivo da vida para um ateu? Se não existe céu, não há nada além daqui, o que viemos fazer afinal nesse planeta? A seguir minha resposta pessoal: o objetivo da vida é nos realizarmos (pessoal e profissionalmente), fazermos algo relevante para nossa espécie, o próximo, quem amamos, sermos úteis para qualquer fim coletivo, vivermos em sociedade, evoluirmos, melhorarmos, explorarmos, colonizarmos outros mundos, conseguirmos respostas perante o imenso universo, vivermos, sorrirmos. Posso acrescentar, biologicamente, a procriação.

Não é preciso sonhar com um céu idealizado, pois ele não existe; é apenas um meio estratégico para camuflar dores e angústias de pessoas que não vivem ou não tem condições ideais e claro, manipulá-las e explorá-las psicológica, física ou financeiramente como fazem todas as religiões.

Dividimos esse pequeno planeta azul, nesse pequeno tempo de uma geração - e só isso. Precisamos manter a esperança no amanhã - isso nos move junto com objetivos -, mesmo sabendo da possibilidade de não estarmos nele.  E afinal, um dia não estaremos nele. Não estaremos! Ponto.


                                                 Texto e imagem: Miguel Jr Arts

terça-feira, 13 de agosto de 2013

ALPHAS - Crítica

Sinopse e dados técnicos:

Alphas, série  transmitida nos Estados Unidos pelo canal Syfy, foi criada por Zak Penn e Michael Karnow.  Conhecemos um grupo de pessoas com superpoderes, conhecidos como "Alphas" lideradas pelo Dr. Lee Rosen, e que o seu trabalho é evitar que outros Alphas cometam crimes. Estreou em 11 de julho de 2011. 






Gary Bell (Ryan Cartwright), um jovem autista - vê e manipula sinais de comunicações sem fios. Cameron Hicks (Warren Christie) - antigo fuzileiro que tem super velocidade e precisão.  Rachel Pirzad (Azita Ghanizada) - aumenta a sensibilidade dos cinco sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato).  Nina Theroux (Laura Mennell)  controla e induz as pessoas a realizar tarefas. Bill Harken (Malik Yoba) - antigo agente do FBI que tem super força. 

Crítica: 

A série só teve duas temporadas. Poderiam continuar produzindo. No último episódio o Dr Rosen que está ferido (e com alucinações de sua filha morta), busca pelo vilão Parish, que planeja um ataque em massa numa estação de trem com um dispositivo foto estimulador.  O dispositivo é acionado, todos caem aparentemente mortos, ficando apenas Gary em pé - final estranho, ficando a imprensão de uma premeditação de continuação que não houve.

Os personagens mais interessantes pelos poderes são Gary, Rachel e Cameron (esse último, nos prestigiou com umas três ou quatro cenas tímidas mas interessantes de slow motion/bullet-time).  Boa série, muitas vezes direcionada aos dilemas familiares, vínculos da equipe, policial, faltando mais ação, pancadaria, abusos nos efeitos visuais, mas vale a pena conferir.


Texto e pesquisa: Miguel Jr Arts

Imagem: Divulgação Net

sábado, 10 de agosto de 2013

THE WALKING DEAD - Crítica

Sinopse e dados ténicos:

The Walking Dead - acompanhamos um grupo de sobreviventes fugindo e lutando contra zumbis.  Muito susto, drama, sangue, belas maquiagens, alguns efeitos visuais muito bem trabalhados e mordidas sem piedade. 



Pegamos carona com o ator Andrew Lincoln que interpreta Rick Grimes, um vice-xerife, que ao acordar de um coma, descobre que o mundo está dominado por mortos-vivos, e sai em busca de sua família.  A série é desenvolvida por Frank Darabont, baseada na série de quadrinhos de mesmo nome por Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard.  

Curiosidades: Estreou no dia 31 de outubro de 2010, no canal AMC, EUA. A maquiagem de efeitos especiais foi feita pelo renomado Gregory Nicotero. 

Crítica: 

Apesar de muitas vezes o excesso de diálogos e drama (em alguns episódios tem muita conversa e pouca ação), a série é fantástica - a maquiagem, efeitos de projéteis nos crânios, sustos e dilemas são demais. Você não sabe quem vai morrer a seguir, e apega-se facilmente aos personagens. 

No último episódio da primeira temporada (1×06 Beside the Dying Fire -Season Finale) há a explosão de um prédio, e optaram por uma tomada totalmente digital. Dado o investimento na produção, fiquei abismado com o resultado (a explosão ficou rudimentar, similar a animação amadora de baixo orçamento) - deveriam utilizar uma miniatura real, no mínimo.  Adoro efeitos computacionais, porém jamais conseguirão substituir a imperfeição da realidade. Os dois devem se complementar.

No geral a série lembra, na minha opinião, os filmes Resident Evil (na minha concepção, falou em zumbis, a referência padrão é esse filme). Recomendo. Aguardando ansioso agora (agosto de 2013) a quarta temporada. 

Texto e pesquisa: Miguel Jr Arts

Imagem: Divulgação Net

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

BRAZILZINHO E CAROL

BRAZILZINHO E CAROL - PRIMEIRA TIRA DE UMA NOVA SÉRIE CRÍTICA E CÔMICA ORIGINAL DA SITUAÇÃO DO BRASIL. ENJOY :P